ME CHAMO NEIVA LOURDES CAMELLO E SOU ESTUDANTE DO CURSO DE ARTES VISUAIS DO PÓLO DA UCS. NESTE BLOG POSTAREI MINHAS CONCEPÇÕES E APRENDIZAGENS QUE SERÃO CONSTRUÍDAS NO DECORRER DO CURSO.
Quem sou eu
- Neiva
- Farroupilha, Rio Grande do Sul, Brazil
- Sou filha, mulher, mãe, esposa, professora,amiga, confidente,... Ufa! Sou Neiva Lourdes Camello De Rossi, casada e mãe de Fernando e Júlia. Trabalho na rede municipal de Caxias do Sul, há 18 anos. Nessa caminhada já fui diretora de escola, coordenadora pedagógica, professora de classe de aceleração, trabalhei artes com adolescentes e atualmente trabalho com uma turma de Educação Infantil e com o 4º ano do Ensino Fundamental.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
Trabalho da Disciplina PLANEJAMENTO EDUCACIONAL EM ARTES VISUAIS / PORTIFÓLIO
- Proposta do projeto: apresentar, para alunos dos anos finais, o Artista joinvilense Luiz Henrique Schwanke, criador da série de pinturas popularmente conhecida como "Linguarudos".
- Relacionar a obra com nossas atitudes na escola, na comunidade, fazendo relações de nossas ações com a obra.
- Questionar : o que sentimos ao observar o trabalho? Ela representa uma realidade? Qual a intencionalidade do artista?
- A obra nos faz refletir sobre as nossas atitudes? De que formas?
- Propor para que também ' criem' uma obra com a mesma temática
- Questionar de que outras formas deixamos nossas marcas nos espaços que ocupamos, explorar que nossas palavras, atitudes, gestos,... marcam e constroem a nossa história e das pessoas que nos rodeiam.
- Ao som da música “ Marcas do que se foi”, propor para que manuseiem argila, deixando suas marcas nas mesmas. No momento em que a música parar terão que pegar outra argila, continuando o trabalho ( abstrato).
- Após iremos expor os trabalhos, organizando os mesmos para que a exposição seja entendida no sentido de que nossas marcas ficam nos espaços que circulamos. No ambiente em que será exposto os trabalhos colocar o fundo musical “ Marcas do que se foi”.
- Reflexão sobre o trabalho buscando maior conscientização e mudança de postura, no sentido de termos atitudes positivas, para que as marcas deixadas sejam significativas e construtivas.
* Oportunizar aos alunos momentos para a visitação e apreciação de exposições e oficinas de arte e música também é ajudá-los no desenvolvimento de habilidades e competências, papel e função também do ensino de arte na atualidade: Alunos visitando exposição e participando de oficina de músicaEssas são aprendizagens significativas... |
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| Fazendo Arte ... Construindo novos conhecimentos... Clique na imagem e veja algumas propostas de trabalho |
Realizei minha observação em uma escola municipal de ensino fundamental, localizada na região urbana de Caxias do Sul. A escola atende atualmente 350 alunos divididos em 14 turmas do 1° ao 9º ano. A aula que observei foi em uma turma deo 8º ano do Ensino Fundamental. Caracterizada por ser agitada, composta por alunos questionadores que nem sempre ' aceitam' as propostas de trabalho oportunizadas.
A professora tem especialização em Arte Terapia mas não fez a graduação de Artes. Tem pouco tempo de atuação na área de Arte. Preocupada com o que os alunos "sentem" e expressam procura trabalhar mais a arte ligada com a terapia: misturar cores de tintas ao som de uma música, modelar formas em argila, cimento celular, modelagem com: barro, sucata, ...
Cada turma da escola tem na grade curricular dois períodos de artes semanalmente, período de 45'. As aulas são dadas dentro da sala e/ou no pátio da escola, quando o trabalho envolve o uso de outros materiais como gesso, barro,... Nas salas de aula o que tem exposto são os trabalhos dos alunos.
A escola está trabalhando com questões ambientais e como interferimos de forma negativa ou positiva no ambiente. Todas as disciplinas irão abordar o tema, dentro de suas especificidades. O planejamento de Arte partiu da discussão dos elementos que fazem parte do ambiente que vivem ( rua, casa, escola,...). Após os alunos foram convidados a observar as mensagens presentes nos ambientes da escola: frases escritas nos muros, tela da quadra estragada, nomes registrados nas classes,... A partir disso a turma discutiu sobre as marcas deixadas no ambiente escolar. A professora questionou se também deixamos e marcamos as pessoas e de que formas. No laboratório de informática os alunos fizeram um paralelo entre as mensagens presentes no ambiente( usando fotos tiradas durante a observação) e as mensagens que gostaríamos de ver ( usaram o programa paint). Dando continuidade ao trabalho a professora trabalhou com o material " concreto celular" onde deixaram marcas, representando que tudo o que fazemos modifica o ambiente,seja internamente ou externamente.
- Buscar na comunidade, através de pesquisa, o que entendem e sabem sobre o tema. Discussão na sala de aula e registro das mesmas.
- Trabalhar com imagens que mostram como o conceito de " Pecado" mudou com o passar do tempo, podendo ser organizado uma linha do tempo ilustrada.Apreciar a exposição do artista caxiense Pytch;
- Primeiramente ouvir os alunos sobre o que sentiram, como perceberam e o que entenderam da exposição. Após questionar sobre os elementos usados em cada obra, as cores, materiais, o que cada componente expressou. questionar sobre a obra, o que mais chamou a atenção e relacionar com questões atuais, como a gula, questionando como foi representada: qual o significado da língua colocada em tamanho grande, os dentes,...
- Apresentar a obra “Sem título” – Muntean/Rosenblum (2004) para que relacionem a um dos pecados e justifiquem o porque, que elementos que fazem com que relacionem a obra a um dos pecados já discutidos.

- Procurar em revistas imagens de figuras humanas depois criar um outro contexto para a mesma, representando um dos pecados.
- A turma será organizada em grupos e terão que escolher um pecado ( gula, luxúria, preguiça,...) para fazer um quadro " vivo", utilizando diferentes materiais e/ou recursos.
1º Endereço http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_visual/alvaro_de_sa.htmlmesmas
sexta-feira, 9 de abril de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010
CURSO ARTES VISUAIS
REGESD – PÓLO UCS / CAXIAS DO SUL - RS
DISCIPLINA: Processos e Linguagens Tridimensionais - Carusto Camargo
PRENSAUTO - O OBJETO AUTOBIOGRÁFICO
Iniciei meu trabalho selecionando os objetos que faziam parte do meu “ nicho poiético” entre eles escolhi dois que muito significam para mim. Num primeiro momento optei pela chave do meu carro e após pelo rosário. A chave do meu carro simboliza a liberdade e autonomia necessárias para percorrer os diferentes caminhos da vida. Liberdade de andar, viajar, amar, ... O rosário simboliza que não estou sozinha nos caminhos por onde ando, a força divina me acompanha e me guia .
Acredito que as pessoas, ao olharem meu trabalho, também vão fazer a leitura da presença do divino, representado pelo rosário, e o próprio pé representando o caminho da vida. Talvez quem olhar para a chave do carro poderá fazer a leitura ligada a questões materiais, mas não foi essa a intenção.
Ao ler a atividade proposta pela disciplina organizei meu nicho poiético com objetos que marcaram as etapas da minha vida: A colcha da casa da minha mãe, quando eu era pequena; as fotos de quando tinha meus 20 anos; meus filhos pequenos; meus filhos já crescidos; minha agenda de compromissos; ... Ao organizar a produção do meu prensauto fiz as escolhas dos objetos relacionando com o nicho poiético: os caminhos da minha vida e neles sempre a presença de Deus.
Esse trabalho certamente pode e deve ser explorado em sala de aula. Vejo que nossos alunos precisam trabalhar mais questões ligadas aos sentimentos, as marcas da vida, ao que realmente é significativo para a sobrevivência e para as relações. Ao realizar esse trabalho percebi o quanto ele mexeu com os meus sentimentos e lembranças. Se faz necessário trabalhar isso com os alunos, fazer a exploração do que sentem, dos objetos significativos para eles, para que valorizem as relações, as emoções e os seus sentimentos, procurando a formação de pessoas mais humanas.
O meu trabalho poderia servir de partida para a realização de diferentes prensautos na sala de aula. Partiria da leitura do meu trabalho ouvindo o que entendem, o que pensam, como relacionam e após colocaria os meus objetivos iniciais na realização do meu trabalho para que pudessem perceber o quanto de sentimento está presente nele. Após a turma teria que fazer o seu prensauto e no final também iriam propor aos colegas e /ou outras turma para que fizessem a leitura de seus trabalhos.
Acredito que meus objetivos iniciais foram atingidos pois consegui passar no meu trabalho o que realmente acredito, o que sinto a respeito da vida. Quem olhar o meu prensauto vai perceber meu caminho é guiado pela força divina e que apesar de tantos riscos, acidentes, violência, estou protegida e não estou sozinha.
sábado, 20 de março de 2010
PROLG3D_DIÁRIOVIRTUAL Trabalho da Disciplina Processos e Linguagens Tridimensionais do curso de Arte
Para ilustrar o meu modo de ser e pensar organizai meu nicho poiético com objetos, imagens, recados que fazem e fizeram parte da minha história e que por algum motivo me seguem em todos os tempos e espaços que ocupo.Sou assim,...
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Leitura de Imagens
Acredito que temos que explorar dferentes habilid
ades para que nossos alunos sejam capazes de ler e escrever com propriedade. Vejo também que a leitura e escrita precisam ajudar meu aluno a entender o mundo para poder intervir nele com consciência e criticidade. Com esses pensamentos procurei realizar um trabalho com leituras de imagens com minha turma de 4º ano. Iniciei o trabalho distribuindo diferentes imagens. Após cada aluno tinha que expressar de forma oral o que entendeu da mesma e que sentimento estava presente na mesma. Fizemos a relação das imagens ( positivas e negativas) com as cores e com a realidade local. Após classificamos as imagens e organizamos um painel onde os alunos escreveram os sentimentos presentes em cada uma. Fomos então para a produção escrita, cada um escreveu um texto relatando as situações que nos deixam felizes e a que nos deixam tristes. Para finalizar construimos cartazes alertando as pessoas que para sermos felizes precisamos ter atitudes coloridas.
" Além de um ato pedagógico a Educação é também um ato político. É por isso que não há pedagogia neutra" Paulo freire

Após esse trabalho cada aluno recebeu um retângulo dividido em 8 partes. Em cada parte estava escrito um sentimento ( raiva, alegria, amor, vingança,...) e foi solicitado para que relacionassem cada um com uma cor, realizando a pintura. Depois cada aluno teve que relatar uma situação que vivenciou e que sentiu um dos sentimentos presentes na atividade. Desenharam como foi a situação vivenciada e após relataram de forma escrita e oral.
Esse trabalho terá continuidade, iremos trabalhar como a mídia explora as cores para chamar a atenção e "manipular" os interesses. Para isso vai ser necessário mais pesquisa de ambas as partes: professor e alunos .
" Sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino" Paulo Freire
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Mapa Conceitual













